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Estudos revelam que o uso de proteção facial limita a disseminação de doenças infecciosas

Mesmo com algumas cidades tendo liberado a população do uso da máscara em locais abertos, a proteção facial pode ajudar a reduzir a explosão de contágio por covid-19 durante o feriado prolongado de Carnaval. A orientação é da Profª Dra. Soraya Smaili, farmacologista da Escola Paulista de Medicina, que foi Reitora da Unifesp no período 2013-2021 e é coordenadora no Centro de Saúde Global (CSG) da universidade e do Centro SOU Ciência, lançado em julho de 2021.

Estudos revelam que o uso de máscara de proteção facial limita a disseminação de doenças infecciosas, como é o caso da covid-19. Por isso, a especialista reforça que redobrar os cuidados durante o Carnaval pode evitar o aumento no número de casos da doença, como tem ocorrido nos feriados durante a pandemia.

O estudo mais recente sobre o assunto foi divulgado em dezembro pelo Instituto Max Planck, na Alemanha. Segundo o artigo, mesmo a três metros de distância, uma pessoa que não foi vacinada contra covid-19 e está sem máscara leva menos de 5 minutos para se infectar se a outra pessoa também estiver sem a proteção facial.

Entretanto, se estas pessoas estiverem usando máscaras PFF2 ou N95, bem ajustadas ao rosto, a chance de contágio seria de apenas 0,1% em 20 minutos de contato. Isso significa que seria uma chance a cada mil.

“Com isso, mostra-se cada vez mais importante o uso da máscara de proteção facial para evitar o aumento no número de casos de covid-19. Se possível, é recomendado ainda que a máscara seja nos padrões PFF2 ou N95, para maior proteção”, diz Soraya

A necessidade do uso é ainda maior frente ao fato de que, durante os feriados, o número de casos de covid-19 tende a crescer. No Ano Novo, o aumento foi de 51%. Por sua vez, no feriado da Consciência Negra de 2021, a alta foi de 41%, segundo dados do Ministério da Saúde. Veja matéria sobre aqui.